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CHEGAMOS!

CHEGAMOS!

Fizemos o que era preciso ser feito. Nossas lideranças conseguiram articular uma chapa vigorosa para as majoritárias. Os dirigentes intermediários foram à luta com a militância. Costuramos, costuramos e construímos.
O lado de lá fez muitas coisas ruins: mentiu, copiou, censurou, proibiu, prometeu mundos e fundos. Não adiantou.
DOMINGO É DIA DE FESTA CÍVICA. DOMINGO É O GRANDE DIA. NOSSO DESTINO ESTARÁ SENDO ALÍ DECIDIDO.
Esforcemos-nos um pouco mais para poder dar o grande grito de vitória. Para podermos festejar com toda a alegria do destino prometido.
Abraços
CLAUDIO FAJARDO

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2 Responses to “CHEGAMOS!”


  1. outubro 2, 2010 às 2:39 am

    Fajardo, desculpe-me, não concordo! O grande grito de vitória virá só quando o povo for o protagonista direto da grande vitória, que será o fim do capitalismo e os trabalhadores, organizados e à frente da sociedade, gerirem seu próprio destino!
    Por agora, apenas se evitará, se ocorrer, e deve ocorrer, o mal maior, como tem acontecido apenas nas duas últimas eleições presidenciais no Brasil. Mas, nosso país não está a salvo enquanto estive engajado no comboio neoliberal, como está. A crise ainda não chegou forte por aqui, mas, como o compromisso continua sendo com a economia de mercado, chegará a qualquer momento. O compromisso da candidata oficial é com o capital, basicamente. É a imensa maioria dos recursos para as elites, os oligarcas, daqui e de fora, e algumas políticas compensatórias, migalhas, para apaziguar o povão… De resto, continuaremos a frequentar, na lista dos benefícios sociais, nas desigualdades, na violência, na corrupção, na falta de reformas verdadeiramente necessárias ao país, entre os piores. As taxas de juro maiores do mundo, taxas de serviços públicos privatizados, idem. Continuaremos carreando mais de UM BILHÃO DE REAIS POR DIA PARA OS AGIOTAS E ESPECULADORES, continuaremos a permitir as remessas pornográficas de lucros, royalties, trocas desiguais, etc. etc. etc.
    Então, meu amigo, ainda não é para fazer a verdadeira festa. Um dia chegaremos lá, se o império não acabar com a espécie, a vida e o planeta antes!

    • outubro 2, 2010 às 7:49 am

      Caro José
      A nossa luta é vista por nós, do ponto de vista estratégico, com algumas diferenças importantes. Creio na sinceridade e na justeza daquilo que você aponta como ponto de partida. Porém, vejo que há muita luta para que aquele momento que você vê como ponto de partida ainda terá de enfrentar como ponto de chegada. Explico.
      É justo o que você fala do império e do socialismo. A luta contra o império, no entanto, pode ser travada com forças sociais da Nação, o que inclui outras classes além do proletariado. Todos os setores que se contradizem com o império podem ser mobilizadas e, ainda assim será um esforço brutal. Qualquer deslocamento de forças aí será fundamental para isolar o império. Há ainda a possibilidade de se jogar com as contradições das próprias forças imperialistas. Assim, emamcipar o Brasil, completar a luta pela independência é ainda uma tarefa fundamental.
      A vitória de Dilma, e aqui, de Osmar, Requião e Gleisi será uma contribuição para a emancipação nacional. E, nisso você está certo em alertar, ainda não é a Grande Vitória, radical e libertadora do jugo do Capital. Seguiremos lutando, no entanto.
      Mas, por pequeno que seja, aínda assim é um triumfo diante das forças antinacionais, antidemocráticas e antipopulares. Por isso merece o festejoç.
      Abraços+


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